segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Tocando em Tocantins

Banda de Música da PMTO: Subtenentes

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Policiais Militares de serviço no Terminal Rodoviário de Palmas

Após viagem que iniciou no sábado, dia 15/10, às três da tarde, em Macapá, chegando uma hora depois ao aeroporto de Belém/PA, segui de ônibus às 23h59 para Araguaína/TO e no domingo as 13h30 chegava ao 21º Estado visitado no Projeto Polícias Militares do Brasil.

Na segunda-feira pela manhã fui ao 2º Batalhão, conversei com alguns companheiros e também com o comandante da Unidade, Tenente Coronel Carlos.

Meia noite segui para Palmas aonde cheguei na manhã da terça-feira.

Fui para o Quartel do Comando Geral e lá conversei com o Coronel PM Gadelha, Subcomandante da PM, que habitualmente chamam de “CHEM”, que significa Chefe do Estado Maior.

De boa conversa e demonstrando muito conhecimento sobre a história do Estado do Tocantins, nas questões política e econômica, o Coronel Gadelha tem uma particularidade, foi Aspirante do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva - CPOR, depois ingressou na PM do Rio Grande do Norte, onde também foi Aspirante, e com a criação do novo Estado, decidiu vir para o Tocantins, onde reiniciou a sua carreira, chegando ao status atual.

No dia seguinte visitei a Banda de Música da PMTO. Lá descobri duas curiosidades. A primeira, exceto os maestros, todos os músicos são Subtenentes.

A outra foi conhecer a família Dourado, de oito irmãos, todos músicos, dos quais cinco resolveram prestar concurso para a Banda de Música e foram aprovados.

Para finalizar, por volta das 16h00 visitei o Comandante Geral, Coronel Marielton e duas hora depois já estava no ônibus, rumo a Brasília.



Policiais Militares de Araguaína/TO

Ten Cel Carlos, Comandante do Batalhão de Araguaína/TO

Cel Gadelha, Chefe do Estado Maior

Família Dourado

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Amapá: Cheguei ao Oiapoque


No Oiapoque/AP


Policiais Militares do Batalhão do Oiapoque


Sargentos Alcilandra e Odila e Capitão Vânia

Eram 13h50 da segunda-feira, dia 10 de outubro, quando cheguei ao aeroporto de Macapá. Aguardando-me estava a jornalista Neca Machado que me fez uma breve apresentação da cidade e seguimos para o Centro Integrado de Operações e Defesa Social (Ciods) onde conversei com o coordenador Tenente Coronel Silva.
Por volta das 19h00 fui ao Oiapoque, numa viagem desconfortável, em razão da péssima qualidade do ônibus, aonde cheguei as 05h30. Acomodei-me num hotel e dormi até o meio dia.
A tarde visitei o 12º Batalhão, conversei com alguns policiais e depois fui conhecer a cidade.
Na manhã seguinte aproveitei o fato de estar na fronteira e utilizei-me de uma pequena embarcação conhecida como Catraia, ao custo de R$ 20,00, ida e volta, e fui até a Guiana Francesa.
Por volta do meio dia, de volta ao Oiapoque, segui para Macapá, numa viagem que foi mais agradável, por ser outra empresa e durante o dia, que permitiu ver cerca de 65 pontes que existem no trajeto e algumas aldeias indígenas próximas aos rios.
Na Capital, visitei o Comandante Geral da PM do Amapá, Coronel Rezende, que me presenteou a sua gandola para a exposição de fardas que será realizada no final do projeto.
Também visitei algumas seções do Quartel do Comando Geral e estive no 2º Batalhão, acompanhado da Sargento Alcilandra.
Em razão de um mal estar físico, permaneci em repouso no hotel até o momento do retorno, no sábado, 15h00.

Entrevistando o Ten Cel Silva do CIODs



Cel Rezende, Cmt Geral da PM do Amapá


Ten Cel Furtado, do PROERD

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A fé que move o Pará move a PM

Cel Solano leva a Santa para a berlinda

PMs do 8º Batalhão, Soure, Ilha de Marajó

Programei a minha chegada ao Pará exatamente para coincidir com dois grandes eventos religiosos: O Congresso da União dos Militares Cristãos Evangélicos do Brasil (UMCEB) e o Círio de Nazaré.

Na sexta, dia 30 de setembro, as 23h10, cheguei a Belém, recepcionado pelo professor Sérgio Franco e Marcos Carvalho.

Cansado da viagem, que havia começado no dia anterior em Rio Branco, no Acre, com a permanência durante o dia em Porto Velho, Rondônia, fui direto a um hotel na região comerciária da cidade e dormi. O cansaço era tanto que não me recordo se jantei naquela noite.

Ao amanhecer me orientei como chegaria a Igreja Evangélica Assembléia de Deus, que recentemente comemorou o seu centenário de fundação e de onde se iniciou a denominação no país, e segui para lá.

Com o tema “Porque, se a trombeta der o sonido incerto, quem se preparará para a batalha?” (1 Conríntios 14:8), militares de todo Brasil participaram de palestras e cultos entre os dias 29/9 e 2/10, com o objetivo de fortalecer a espiritualidade e propagarem a fé cristã.

Das caravanas vindas de outros Estados, a de São Paulo, organizada pelos PMs de Cristo, era uma das maiores, com cerca de 160 pessoas. “Além de permitir uma confraternização entre 5 mil militares cristãos do Brasil, o congresso permite o compartilhamento e a troca de experiências de boas práticas e de temas que envolvem diretamente a família policial, como suicídio, estresse, violência, questões familiares...”, comentou o Capitão Joel Rocha, presidente da entidade paulista. “Deus está usando as Polícias Militares e as Forças Armadas para mobilização da igreja cristã evangélica no Brasil para oração pela nação”, completou o Tenente Coronel Terra, o vice-presidente.

Na segunda-feira, dia 3, estive no Quartel do Comando Geral e recebi informações sobre a PM paraense do major Carmo, assessor de Comunicação Social.

Por volta das 16h40 fui recebido pelo Comandante Geral, Coronel Solano, que almoçava naquele momento. “Me desculpe aí, mas só agora estou conseguindo almoçar”. Também disse duas frases que mostram um pouco a sua forma de comandar. “A fome passa, eu sei que não é correto, por uma questão de saúde, mas a preocupação maior é com a saúde da população”. “Eu não vou cobrar nada de ninguém enquanto eu não entender que o que eu tenho que fazer como dever de casa não foi feito. Porque, se eu fizer o dever de casa não vou precisar cobrar nada de ninguém”.

Na quarta-feira, dia 5, segui para Soure, na Ilha de Marajó, e lá fui conhecer o policiamento com búfalos realizado pelo 8º Batalhão, desde 1992. O animal foi escolhido pelo maior poder de tração para se locomover em região pantaneira. Constatei isso na demonstração que fizeram os Cabos Vitelli e Cassiano.

De volta a Belém, na sexta-feira, dia 7, acordei cedo para acompanhar a romaria do 29º Cirio da Polícia Militar do Pará.

Foi celebrada a Santa Missa, às 7h30, no Santuário de Fátima, pelo Capelão da PM, Coronel Eloi Wayth e depois os fiéis seguiram um percurso de cerca de 8Km em direção ao Quartel do Comando Geral.

No trajeto, muitas pessoas enfeitaram suas casas, teve queima de fogos, cantorias, homenagens emocionadas, numa demonstração de fé que nem o sol e o forte calor conseguiram desmotivar os participantes.

O Coronel Solano, devoto da santa, acompanhou toda a procissão, que finalizou por volta das 11h00.

“O PM não é só o homem que atua na segurança, mas, sobretudo o homem que é família; um homem de fé e de oração”, Concluiu o Padre Elói.

Seguindo para o Amapá, ainda no aeroporto de Belém, encontrei o Coronel Mascarenhas, ex-Comandante geral da PM da Bahia, que veio à cidade para participar do Círio. Ele estava acompanhado do Coronel Vieira, ex-Comandante Geral da PM do Pará e ex-presidente do Conselho Nacional de Comandantes Gerais. “Vim agradecer a Nossa Senhora de Nazaré pelo comando que nós fizemos na Polícia Militar da Bahia”, disse o Coronel Mascarenhas.

Segui viagem com uma certeza: a fé que move o Pará também move os policiais militares.

Cel Solano, Comandante Geral da PM do Pará

Padre Elói, Cel Capelão da PMPA

Romaria com muita fé e emoção

Congresso reuniu militares evangélicos de todo o Brasil

Capitão Joel e Coronel Terra, dos PMs de Cristo

Policiamento com búfalos é a atração na Ilha de Marajó

Coronéis Mascarenhas e Vieira: encontro no aeroporto

sábado, 8 de outubro de 2011

Acre: 36 horas

Militares do policiamento motorizado em rio Branco/AC

Sargentos J.Pires, Isaque e Candeias, da Assoc dos Militares do Acre

Foram apenas dois dias e uma noite no Estado, mas fui bem objetivo para obter o máximo de informações possíveis.

Logo ao chegar a Rio Branco, no dia 28 de setembro, quarta-feira, às 8h30min, fiquei com a boa impressão de uma cidade agradável e organizada.

Recebi o apoio de uma viatura e aproveitei para saber dos policiais sobre o cotidiano do policiamento local.

Hospedei-me na Associação dos Militares do Acre, que fica localizada no Quartel do Comando Geral, onde fui recepcionado pelos Sargentos Isaque e Candeias, presidente e vice-presidente, respectivamente.

Lá conversei com alguns colegas e presenciei questões políticas serem debatidas calorosamente.

Também conheci o veterano Sargento J. Pires, que me contou um pouco sobre a trajetória do ex-coronel Hildebrando Pascoal - que ganhou notoriedade nacional ao ser-lhe atribuído envolvimento com casos de violência e mortes - de quem foi amigo de infância e depois companheiro de caserna.

Ao visitar o Comandante Geral, Coronel Anastácio, cheguei no momento em que inaugurava a campanha de vacinação contra a gripe, sendo o primeiro a receber a vacina. Depois gravei uma entrevista com ele e soube um pouco de como vem sendo realizado o trabalho da Polícia Militar no Acre. “Nós ainda temos a sorte de poder andar fardado e desarmado nas ruas, no ônibus...”, comentou ao falar sobre o baixo índice de violência.

Por volta das 21h da quinta-feira segui viagem, lamentando não ter tido a oportunidade, por falta de tempo, de conhecer um policial militar, irmão de Chico Mendes, líder sindical que foi morto em Xapuri/AC, em 1988.


Cel Anastácio, Cmt Geral, tomando vacina contra a gripe

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Rondônia: transparência


Cel Cesar, cmt geral da PMRO e TC Prettz, chefe do Centro de Com Social


Soldado Valdenir e Sargento De Paula, do Policiamento Rodoviário Estadual



Iniciei a visita ao Estado de Rondônia pela cidade de Vilhena, sede do 3º Batalhão da Polícia Militar, onde permaneci por dois dias, tempo suficiente para ver muita coisa já que fui bem recepcionado e tive total apoio para realizar o trabalho.

Conheci as modalidades de policiamento local e a Guarda Mirim, projeto social que envolve crianças e adolescentes, que também vi em outros estados, mas que sempre chama a atenção devido o comprometimento dos envolvidos.

O Soldado J. Atílio, um dos coordenadores da GM, também freqüentou o projeto na adolescência e seu exemplo tem influenciado outras crianças que desejam ingressar na PMRO.

Na Capital mantive contato com policiais que freqüentam cursos de formação e que permanecem alojados na ASPRA (Associação das Praças da PMRO), local que também me hospedei. Deles ouvi vários depoimentos, como tenho feito por onde tenho passado e que tem contribuído para saber um pouco mais da intimidade de cada corporação.

Também conversei com os Oficiais no Quartel do Comando Geral e participei de um café da manhã oferecido pela corporação aos jornalistas, numa demonstração de transparência do Coronel Cesar, comandante da PM, já que naqueles dias haviam acontecido dois fatos negativos envolvendo policiais militares.

Antes de partir, ainda tive a oportunidade de presenciar a reunião informal que o Tenente Coronel Prettz, Chefe do Centro de Comunicação Social, fez com o experiente Lenilson Guedes, assessor de imprensa da PM, e com os policiais da seção para agradecer o empenho de cada um no bem sucedido evento que reuniu os jornalistas: “Eu não poderia fazer esse trabalho sem a ajuda de vocês”, numa demonstração de reconhecimento e gratidão benéficos para a motivação de qualquer profissional.

Soldado J. Atilio, pertenceu a Guarda Mirim na adolescência

Sargento Moisés, do policiamento motorizado de Vilhena/RO



Soldados Eliezer e Maguilani, do policiamento com bicicletas


Sds Jeanderson e Arilane e Cb Cleiton: Terminal Rodoviário de Porto Velho


Sargento Tenório e equipe

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Mato Grosso, chance perdida.

Sargento Aloísio e Tenente Ferraz

Cheguei a Cuiabá no sábado, dia 17/9, já sentindo o impacto de uma temperatura elevada.
Fui conduzido a Academia de Policia Militar Costa Verde, na cidade vizinha a Capital, Várzea Grande, onde fui hospedado.

Em razão dos Jogos Acadêmicos que acontecia no Estado do Maranhão, comandante, oficiais e a maioria dos cadetes estavam ausentes, contudo fui recepcionado com muita atenção pelo Tenente Belmonte, que me viabilizou uma boa condição de hospedagem.

No domingo pela manhã fui a uma competição hípica realizada para marcar a criação do Regimento de Policiamento Montado, já que o Estado vai ser uma das 12 subsedes nacionais da Copa do Mundo de 2014.

Na segunda-feira e na manhã da terça fiz algumas tentativas de visitações, mas encontrei dificuldades, contudo à tarde consegui ir para Chapada dos Guimarães/MT, viagem que deve duração de uma hora, mais ou menos.

Acertei algumas visitas para o dia seguinte e fui hospedar-me num hotel da cidade.

Pela manhã saí com o Tenente Ferraz e o Sargento Aloisio e fiz algumas fotografias. Por volta das 13h já retornava à Cuiabá.

Na Capital, ciente que o comandante geral da PMMT estava licenciado, aproveitei-me de estar no Terminal Rodoviário e comprei a passagem na mesma noite para Vilhena, Rondônia, minha próxima parada.

Como havia prometido ao Cabo Fortunato, amigo do Facebook, que passaria em Cáceres-MT, para conhecer o Policiamento de Fronteira, e na oportunidade nos veríamos, disse-lhe que não o faria mais, contudo ele me informou que o ônibus que me levaria à Vilhena passaria no Terminal Rodoviário da sua cidade para pegar passageiros e, assim, lá estaria, as 23h30 para me dar um abraço.

Conforme combinado, Fortunato, policial militar do Mato Grosso, atualmente trabalhando na cidade de São José dos Quatro Marcos/MT, demonstrando todo seu carinho, respeito e admiração, foi ao meu encontro junto com seu filho. Desci do ônibus, dei-lhe um abraço fraternal, conversamos rapidamente e me despedi, pois o motorista do ônibus já buzinava, anunciando a partida.

Assim finalizei a visita ao Estado do Mato Grosso, com a gratidão de ser bem recepcionado pelos Tenentes Belmonte e Ferraz, Sargento Aloísio, Cabos Fortunato e Campos e alguns policiais que interagi, contudo fiquei com a sensação de uma chance perdida.

Tenente Belmonte e Cabo Campos

Capitão Schulz, Subcomandante Cavalaria, após competição

Policiais militares em Cuiabá

Cabo Fortunato: visita no Terminal Rodoviário de Cáceres