quinta-feira, 7 de abril de 2011

Solidariedade, a PM paraibana pratica

Policiais paraibanos buscam Jamerson, PM tetraplégico, em casa...

... E levam para frequentar curso de Direito na faculdade.

O trajeto entre as cidades paraibanas de Campina Grande e Patos tem 175 km e dura cerca de duas horas e dez minutos. Fizemos em mais tempo porque paramos em Soledade para olhar o mapa da Paraíba, desenhado na parede de um supermercado, informando distâncias entre cidades e locais onde nasceram alguns artistas famosos da terra.

Chegamos no início da noite de segunda-feira e, ainda assim, percebi o quanto fazia calor em Patos. Aproveitei para descansar cedo, pois teria compromisso na manhã seguinte.

Em razão das constantes mudanças de cidade, acordei sem saber ao certo onde estava, mas lembrei logo que chegou o Aspirante a Oficial Vítor para me conduzir ao auditório da Câmara de Vereadores da cidade. Lá proferi palestra motivacional aos alunos dos Cursos de Habilitação de Sargentos e de Formação de Soldados.

Como o calor durante o dia era muito forte, decidi sair apenas no final da tarde para conhecer o policiamento de rua.

Estava na viatura do Aspirante Vitor quando uma comunicação pelo rádio informou que alguns policiais iriam prestar apoio a outro policial, portador de deficiência física. Logo o Aspirante me deu um resumo do que se tratava e, atendendo a minha solicitação, fomos para o local.

Chegamos juntos com os companheiros da viatura que prestaria o apoio, comandada pelo Sargento Zenaldo.

Jovem, comunicativo e bem humorado, o soldado Jamerson da Silva, de 32 anos, casado com Márcia Lopes da Silva e pai de Geiza, de 11 anos já esperava na frente da sua casa.

Tão logo fomos apresentados, e sabendo do meu interesse em saber da sua história, contou que no dia 3 de abril de 2003, recém formado no curso de formação de soldados, era o motorista de uma viatura, que tinha um Cabo como encarregado, e iam de Patos para Cajazeiras quando, entre as cidades de São Bentinho e Pombal, tiveram que reduzir a velocidade - devido à circunstância da estrada – e foram surpreendidos por três marginais, que estavam num Fiat Uno Branco estacionado à margem da rodovia, que atiraram contra a viatura, por imaginarem que seriam abordados. Sem tempo sequer para reação, Jamerson foi atingido no pescoço, e o projétil transfixou sua coluna cervical, paralisando seus movimentos de imediato, deixando-o tetraplégico.

Com a fuga dos marginais, Jamerson foi socorrido e permaneceu durante dois anos internado.

Embora novato na corporação, a Polícia Militar Paraibana dispensou ao soldado toda atenção que necessitava. Inicialmente com apoio psicológico e, posteriormente, com a sua iniciativa de prestar concurso para o Curso de Direito e ser aprovado, pagando a sua faculdade, com recursos de um Fundo de Saúde.

Visando aproveitar seu potencial cultural e dar uma oportunidade para que complementasse sua renda familiar (ele é soldado e recebe proventos de 3º Sargento), o comandante do 3º batalhão convidou o policial para fazer parte do corpo docente do Curso de Formação de Soldados e há dois anos ele ministra aulas de Direito Penal, Constitucional e Processo Penal.

Para sua locomoção, a PMPB disponibiliza diariamente uma viatura para levá-lo e trazê-lo tanto para ministrar aulas no quartel quanto para ir para a universidade. “Não me levam na viatura simplesmente, mas demonstram carinho e respeito por mim. Isso é muito importante”, diz Jamerson, que vai para a faculdade todos os dias com uma camiseta da PM, como gesto de gratidão e orgulho da sua instituição.

Soldado Barboza e Capitão Adeilton me levaram para Patos/PB

Palestra para os futuros Sargentos e SoldadosCom a Aspirante Gabrielle e sua equipe da P5


sábado, 2 de abril de 2011

Final de semana em Campina Grande


Cabos Robervaldo e Jurandir

Policiais militares do 2º Btl no "Dia sem farda"

Saí de João Pessoa por volta das 15h45 da quinta-feira, dia 24, e cheguei no início da noite a Campina Grande.

A cidade, com cerca de quase 400 mil habitantes, é a segunda mais populosa do estado da Paraíba. Possui o maior pólo tecnológico da América Latina e ganhou fama por ter o “maior São João do mundo”, festa que acontece durante todo o mês de junho.

Meu objetivo era apenas documentar as atividades do 2º Batalhão, porém, atendendo ao convite do Major João da Mata, comandante da unidade, na manhã da sexta-feira proferi palestra motivacional aos alunos do curso de formação de soldados, no auditório do SESC.

Na sede do batalhão, o Capitão Simão me acompanhou na visita as instalações e prestou-me informações sobre a unidade, que se encontra instalada em um amplo quartel, constituindo-se num dos principais cartões de visita de Campina Grande, pela sua arquitetura e valor histórico, contando em seu interior com uma quadra de esporte, campo de futebol, sala de musculação, capela em homenagem a Nª Sª de Fátima e um templo evangélico.

Além de proporcionar a segurança do Planalto da Borborema, sua principal finalidade, também se integra à comunidade através de sua banda de música, composta de 25 músicos; da creche, com capacidade de atender em média a 100 crianças; e do ambulatório médico, que atende em várias especialidades clínicas: clínica geral, obstetrícia e ginecologia, cardiologia, gastroenterologia, pediatria, ortopedia, além de odontologia e psicologia.

Dividido operacionalmente em 04 Companhias, sendo que uma Companhia na Sede – 1ª Cia PM, a CPE ( Cia de Policiamento Especializado que compreende Choque e Rotam); a 3ª Cia PM, na cidade de Boqueirão-PB e a 4ª Cia PM, sediada na cidade de Monteiro-PB”.

A área de atuação abrange um total de 35 cidades e alguns Distritos, perfazendo um total, com uma população superior a 500.000 mil habitantes.

No sábado, acompanhado dos Cabos Robervaldo e Jurandir, fui ver a atuação da PM nas imediações de um parque de eventos da cidade onde acontecia uma “Vaquejada”, que reuniu em quatro dias cerca de 200 mil pessoas.

Na segunda-feira, 28, o quartel saiu da rotina. O Major João da Mata promoveu o “Dia sem farda”, mas explicou: “Apesar de ser a favor da desmilitarização da polícia, não sou a favor da desuniformização”.

Por volta das 15h00 chegou o Capitão Adeilton com o Soldado Barboza e fomos para Patos/PB, onde seria a próxima parada dessa viagem.

ROTAM, excelente instalação

Guerreiros do Pelotão de Choque

Major João da Mata, comandante do 2º Batalhão

Desmilitarização: Cap Simão e Major Sinval opinaram no documentário

Palestra no auditório do SESC

Sargento Lago com alunos do curso de formação de soldados

Capitão Gilberto, chefe do P1, no "Dia sem farda"

Fonte: site do 2º Btl da PMPB

quinta-feira, 24 de março de 2011

A arte de comer no rancho

ASSISTA O VÍDEO DESTE DOCUMENTÁRIO AQUI


Soldado Dantas e o "prato especial"

(*) Sargento Lago

No passado a refeição servida nos quartéis era alvo de críticas constantes. Os “bois ralados” e “frangos atropelados” freqüentavam rotineiramente os pratos dos militares, com baixa qualidade nos produtos e na preparação. Para piorar a situação, o regulamento ainda previa punição a quem, estando na previsão, recusasse a alimentação do estado.

Atualmente, com a nova visão de valorização humana, o investimento já está sendo percebido em algumas instituições.

Nessa terça-feira, 22, acompanhei a rotina no rancho do Centro de Educação da Polícia Militar da Paraíba.

O atendimento começou pontualmente ao meio dia, logo após o segundo sargento Walter emitir os acordes na corneta anunciando o “Avançar rancho”, e ele mesmo, sem perder tempo, entrar no refeitório para almoçar. Pouco depois, conforme determinações para cada curso foram surgindo policiais para fazer suas refeições.

Para que tudo estivesse preparado no horário previsto, os profissionais começaram trabalhar bem cedo, às sete horas.

Enquanto uma equipe encerrava seu turno de 24 horas, outra assumia, recebendo alguns serviços adiantados pelo turno que saía.

Cada equipe tem um cozinheiro militar, na escala estava o sargento Gonçalves. O cozinheiro responsável é o senhor Antonio, civil que trabalha de segunda a sexta, interagindo com as equipes.

Na profissão há 30 anos, sendo onze deles na PM, o senhor Antonio foi um dos primeiros a chegar. Acendeu o forno para assar os 430 pedaços de frango de um cardápio que também teria arroz, feijão “mulatinho”, macarrão e salada crua com alface, tomate, cebola e pimentão, picados e seria servido para todo efetivo. A única diferença seria a laranja para as Praças e o suco para os Oficiais. Segundo a nutricionista Vânia Maria, que trabalha na unidade há cinco anos, é importante que todos comam a mesma refeição, do soldado ao coronel. “Isso une..., pelo menos psicologicamente todos se sentem iguais”.

O frango que estava sendo preparado foi temperado no domingo e guardado no freezer para absorver bem o tempero. Após colocar numa travessa de alumínio, o senhor Antonio levou ao forno e aguardou cerca de quarenta minutos para ficar assado. Depois colocou num recipiente fechado para manter a temperatura.

Auxiliando na cozinha estavam os cabos Sandro, Epifânio e Américo e o soldado Wellington. Enquanto conversavam animadamente, cortavam os legumes e lavavam as verduras.

Numa panela com água fervendo, um pouco de sal e um fio de óleo, o sargento Gonçalves colocou quinze pacotes de macarrão. “O segredo é deixar cozinhar no ponto certo”, se referiu ao tempo de cozimento.

Responsável pelo estoque de mantimentos, o sargento Santos é quem mantém o controle de entrada e saída das mercadorias. Após receber uma lista feita pelos cozinheiros, separa cada produto, conforme cada solicitação. Na medida em que vai acabando, envia pedido de compra. Segundo Santos, proporcionalmente, os itens mais consumidos são o feijão e a farinha. “O paraibano come muita farinha”, disse.

Os produtos estocados foram escolhidos pelo critério da qualidade em primeiro lugar e depois verificada a possibilidade do menor preço. Da mesma forma a parte de hortifruti, comprados duas vezes por semana no Ceasa e armazenados em câmara frigorífica.

O Capitão Afonso de Ligório Simplício de Sousa Nóbrega, oficial responsável pelo rancho, busca saber as novidades sobre gastronomia em outros setores para manter-se atualizado. “Em termos nutricionais, existe uma máxima que diz que você é aquilo que come. Baseado nisso que a gente procura a eficácia e a eficiente nesse serviço”, afirma.

Responsável pela parte burocrática, inclusive pela compra dos produtos, o Cabo Dário, trabalha auxiliando diretamente o capitão Ligório. É uma espécie de “coringa”, já que também é cozinheiro e numa emergência pode fazer a comida. Perguntado se o fato de ter acesso durante todo o dia todo com a comida contribui para ganhar peso, Dário disse que acaba comendo menos, pois toda hora tem que experimentar alguma coisa e perde o apetite na hora de almoçar. Já o Sargento Santos, após três meses no setor, percebeu que está emagrecendo devido ao controle que exerce e por “dar uma banguela no café”, se referindo a deixar de fazer a reforçada refeição matinal, como é de costume por aqui.

A nutricionista Vânia desenvolve um trabalho de conscientização dos profissionais que organizam a alimentação para melhorar a qualidade nutricional. Sua avaliação é que os comensais militares estão envolvidos em atividades policiais na rua e em treinamentos realizados no Centro de Educação, com exigência física e intelectual elevada e tem necessidade nutricional específica. Também disse que é necessária a mudança no cardápio, para que não haja monotonia alimentar.

A segurança do alimento oferecido pelo rancho do CE é verificada periodicamente por meio de análises microbiológicas realizadas pela Universidade Federal da Paraíba. “Graças a Deus até hoje nós temos conseguido manter esse padrão de qualidade da nossa alimentação”, comentou após almoçar o Tenente Coronel Sales Júnior, vice-diretor do CE.

Para a capitão feminino Débora, da PM do Acre, que está freqüentando curso na unidade, a alimentação é saborosa. Embora não estivesse acostumada a comer cuscuz na hora do almoço, disse que não teve nenhuma dificuldade de adaptação.

Dantas, que trabalha na guarda do quartel, foi o primeiro soldado a adentrar ao refeitório e, em atenção a um pedido que fiz, recebeu do Cabo Dário o prato visualmente bem elaborado e decorado, como fazem em restaurantes chiques. Tímido, não entendeu direito o que estava acontecendo, mas concordou que o efeito visual do prato, aliado ao bom sabor, proporcionam uma refeição prazerosa.

Após alimentar-se, o Major Roberto, da Divisão de Ensino do CE, comentou: “A refeição servida aqui é muito boa e está dentro da realidade da instituição, é simples, mas saborosa”.

Sob a fiscalização do Sargento Olegário, foram atendidos todos os alunos e o efetivo do expediente do quartel. O último da fila era Anderson, do curso de formação de soldados. Como bônus, além do seu pedaço, ganhou a última raspada no tacho que veio com mais umas tiras de frango. “Ganhei uma promoção”, comemorou.

Antes mesmo de fechar as portas do refeitório, numa última passada pela cozinha, vi o senhor Antonio preparando a carne do almoço do dia seguinte, que seria bife à rolê.

Os policiais do Centro de Educação voltaram para suas diversas atividades sem ter que se preocupar com a sua subsistência. Os profissionais do rancho já estavam cuidando disso.



Nutricionista Vânia Maria e T Cel Sales Júnior
Alunos dos cursos de soldado (e) e de habilitação de Oficial (d)

Sargento Gonçalvez (e), Seu João e Cabo Dário (d)

Sargento Santos (e) e aluno do curso de soldados Andreson (d)

* Autorizada a publicação, desde que contenha a citação: "Publicado no blog do Sargento Lago" e o link : www.sargentolago.blogspot.com

segunda-feira, 21 de março de 2011

Centro de Educação da PMPB, um novo conceito

Efetivo do CE assiste aula inaugural

Cel Carvalho e T Cel Sales Júnior - Diretor e vice do CE

Cel Euller, cmt geral e sec seg pública Claudio Lima

O Centro de Educação da Polícia Militar da Paraíba realizou na última quarta-feira, 16, a aula inaugural do ano letivo de 2011, ministrada pelo secretário de segurança pública, Claudio Coelho Lima, aos alunos das suas unidades subordinadas, na Estação Ciência, em João Pessoa.

Recebendo vários alunos vindos das co-irmãs do nordeste e do norte, a corporação paraibana já é referência na área. Abandonou a antiga nomenclatura “diretoria de ensino” para adotar um novo conceito com o Centro de Educação. “A palavra ensino é limitada para abranger o conhecimento trazido pela educação”, avalia o major Montgomery, da Divisão de Ensino Superior -DESu. “A simbologia da educação é bem mais ampla”, ratifica o coronel Marcos Aurélio de Araujo Carvalho, diretor do CE.

O complexo inclui a Academia de Oficias do Cabo Branco (APMCB), o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), o Núcleo de Programas de Extensão e Treinamento (NuPEx), Colégio da Polícia Militar (CPM), Núcleo de Estudos do Trânsito (NET), Núcleo Setorial de Saúde (NSS), Biblioteca Profº Jeová Mesquita e Divisão de Ensino (DivEns).

Construído num amplo espaço físico, o CE fica localizado no bairro Mangabeira VII, na capital paraibana e possui infra-estrutura moderna que está entre as mais completas do país. O complexo tem as seguintes instalações:

• Auditório climatizado com capacidade para 300 pessoas
• 14 salas de aula climatizadas, sendo 6 na Academia de Polícia Militar do Cabo Branco e 8 no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP)
• Biblioteca com mais de 8 mil títulos
• Videoteca com um acervo de vídeos instrutivos utilizados pelos alunos nos diversos cursos
• Estande de tiro com uma área de 2100 m2, com sala e equipamentos para recarga de munições • Ambulatório médico e odontológico, inclusive com serviço psicológico atuante, possuindo ainda aparelhamento para tratamento fisioterápico
• Escola de Trânsito conveniada ao Detran, destinada a capacitar e recapacitar os militares estaduais para a aquisição da Carteira Nacional de Habilitação nas suas diversas categorias.
• Sala de defesa pessoal
• Sala de musculação com acompanhamento profissional
• Laboratório de informática com 22 computadores e acesso à Internet
• Campo de futebol com iluminação e pista de atletismo
• Duas quadras poliesportivas e uma quadra de vôlei de praia
• Alojamentos masculinos e femininos
• Cozinha industrial com capacidade de fornecimento de até mil refeições por período
• Videoteca e sala de projeção de slides, contendo ainda uma ilha de produção de vídeos e
• Ginásio poliesportivo coberto com dimensões profissionais.

Fonte: site do Centro de Educação

Trailler PPMB - Pernambuco

quinta-feira, 17 de março de 2011

Bloco do Camburão: a vez do PM

Camburão da Alegria reúne cerca de 200 mil pessoas

Os policiais militares de Pernambuco encerraram o carnaval de 2011 no estado com o bloco Camburão da Alegria, no último domingo, dia 13, na praia de Boa Viagem, no Recife.

O desfile ocorre há dezenove anos e foi idealizado para dar oportunidade aos policiais de participar do carnaval como folião, já que são escalados para garantir a segurança nos dias oficiais.

O coronel da reserva Almeida, presidente do bloco, estava satisfeito. “É difícil fazer um bloco depois do carnaval, mas nós estamos fazendo”, comemorou. Segundo o militar, o evento reuniu cerca de duzentas mil pessoas.

O Sargento Ricardo, diretor da Associação dos Subtenentes e Sargentos e um dos líderes do movimento que reivindica melhoria salarial para os policiais militares do estado, estava acompanhado da sua filha Raiane. “O carnaval de Pernambuco é maravilhoso, agora, dia 12 de abril vamos fazer uma grande passeata até o palácio do governo”, disse empolgado com a folia, sem perder o foco na luta sindical.

Caminhando entre os foliões, segurando uma latinha de cerveja e já dando mostras do cansaço, o cabo Francisco Sales ainda esboçou um pouco de animação. Usando uma peruca colorida, sorria enquanto ensaiava uns passos de frevo.

Nem mesmo tendo um dia reservado para a diversão, ainda assim muitos PMs tiveram que cumprir a escala de serviço para garantir a segurança dos próprios colegas.

Por volta das 17h00, após seis horas de muita descontração, o apresentador anunciou que estava encerrando, mas sugeriu que a platéia, que protestou ao ouvir a informação, repetisse em coro : Deixa coronel! Assim, com o consentimento do presidente do bloco, foram tocadas mais duas músicas e depois, com um novo apelo dos foliões, mais outras duas e assim finalizou o carnaval pernambucano.

Sargento Ricardo e coronel Almeida

Escalado para garantir a festa dos colegas

Cabo Francisco Sales, do Batalhão de Choque

Policial veio com a esposa

Profissionais de outras áreas pegaram carona no Camburão